A minha experiência como Full-Stack

Escrito por Lorena Domingos

Publicado em: 11/07/2025

Sofrimento em forma de fullstack

Quis criar algo fofo, simples e positivo. Um lugar com mensagens afirmativas pra dar aquela força no dia a dia, especialmente para pessoas trans. A ideia era acolher. A execução… foi outra história.

Minha experiência sendo “fullstack” foi caótica. Fazia meses que eu não escrevia uma linha em Python e minha lembrança de como criar uma API era vaga. Foi aí que recorri ao Flask, aquele conhecido que parece simples até você parar de usar por um tempo.

Na memória, tudo era tranquilo. Na prática, não. A gente esquece mais rápido do que gostaria de admitir.

Em algum momento pensei: por que não fazer o projeto completo? Backend e frontend juntos. Ideia ótima. Execução sofrida. O JavaScript resolveu ser o maior obstáculo. Eu tinha me acostumado com a previsibilidade do Python e, de repente, estava lidando com fetch, then, catch, finally. Um vocabulário inteiro reaparecendo sem aviso.

Depois do backend, veio o frontend. Não bastava funcionar, tinha que ser fofo e com uma estética retrô. Pelo menos aí teve um bônus inesperado: descobri que mexer com animações em CSS é viciante. Dá vontade de ficar ajustando detalhes que ninguém pediu.

Por fim, o deploy. Tentei o Render, mas minha API vivia dormindo. Acabei voltando ao PythonAnywhere, velho conhecido das aulas antigas. Resolveu, embora não sem algumas dores de cabeça com dependências.

Deu trabalho. É simples. Mas fiquei orgulhosa. Não pelo resultado em si, e sim por ter atravessado todas as partes chatas sem desistir. Que venha o próximo projeto. Ou o próximo surto. Vamos ver.

Resultado:

Screenshot do site

Site: Mensagem do Dia

Repositório da API: API com Flask

Repositório do Site: Site do Projeto

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